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	<title>Artigos &#8211; IDAV</title>
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	<title>Artigos &#8211; IDAV</title>
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		<title>Você sabia? Que tem uma nova língua de sinal no Brasil</title>
		<link>https://www.idav.org.br/artigos/voce-sabia-que-tem-uma-nova-lingua-de-sinal-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Delalibera Software]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Feb 2022 20:08:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Confira a reportagem clicando no link abaixo: https://globoplay.globo.com/v/10320183/ &#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Confira a reportagem clicando no link abaixo:</p>
<p><a href="https://globoplay.globo.com/v/10320183/" target="_blank" rel="noopener">https://globoplay.globo.com/v/10320183/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Libras</title>
		<link>https://www.idav.org.br/artigos/libras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Delalibera Software]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 May 2017 18:55:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Breve histórico da língua brasileira de sinais. Através de diversos movimentos e muita pesquisa na área, foi legitimada como Língua a comunicação gestual entre surdos. Foi apenas no fim do século XX que os...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Breve histórico da língua brasileira de sinais.</p>
<p>Através de diversos movimentos e muita pesquisa na área, foi legitimada como Língua a comunicação gestual entre surdos. Foi apenas no fim do século XX que os movimentos se intensificaram querendo a oficialização da língua brasileira de sinais (Libras), em 1993 o projeto de lei entrou na longa batalha para a regulamentação da Libras no país.</p>
<p>Apenas no ano de 2002 a língua brasileira de sinais foi oficialmente reconhecida e aceita como segunda língua oficial brasileira, através da Lei 10.436, de 24 de abril de 2002.</p>
<p>Mesmo com um andamento lento o progresso para a cultura Surda acontece. O século XXI começou e fez a Libras realmente avançar.</p>
<p>Em 2005, através do decreto 5.626 a língua brasileira de sinais foi regulamentada como disciplina curricular. Já em 2007, a estrutura de língua foi aplicada a Libras, já que ela é uma língua natural e possui complexidades próprias e comunicação eficaz. Em 2010 foi regulamentada a profissão de Tradutor/ Interprete de Libras através da Lei 12.319 de 1° de setembro de 2010, simbolizando mais uma grande conquista.</p>
<p>É dever do Poder Público garantir acesso e educação para surdos nas escolas regulares de ensino, garantindo seu aprendizado e progressão educacional.</p>
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		<title>Braille</title>
		<link>https://www.idav.org.br/artigos/braille/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Delalibera Software]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 May 2017 18:54:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Braille é um sistema de leitura para cegos criado por Louis Braille em 1824. Cada célula braille possui 6 pontos de preenchimento, permitindo 63 combinações. Alguns consideram a célula vazia como um símbolo também, totalizando 64...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Braille é um sistema de leitura para cegos criado por <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Louis_Braille">Louis Braille</a> em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1824">1824</a>.</p>
<p>Cada célula braille possui 6 pontos de preenchimento, permitindo 63 combinações. Alguns consideram a célula vazia como um símbolo também, totalizando 64 combinações. Assim, podem-se designar combinações de pontos para todas as letras e para a pontuação da maioria dos alfabetos.</p>
<p>Cada ponto da célula recebe um número de identificação de 1 a 6, iniciando no primeiro ponto superior à esquerda, e terminando no último ponto inferior à direita, no sentido vertical.</p>
<p>O braille é lido da esquerda para a direita, com uma ou ambas as mãos. Vários idiomas usam uma forma abreviada de braille, na qual certas células são usadas no lugar de combinações de letras ou de palavras frequentemente usadas. Algumas pessoas ganharam tanta prática em ler braille que conseguem ler até 200 palavras por minuto.</p>
<p>As primeiras dez letras (A a J) só usam os pontos das duas fileiras de cima. Os números de 1 a 9 e o zero são representados por esses mesmos dez sinais, precedidos pelo sinal de número, especial.</p>
<p>As dez letras seguintes (K a T) acrescentam o ponto no canto inferior esquerdo a cada uma das dez primeiras letras.</p>
<p>As últimas cinco letras (U a Z) acrescentam ambos os pontos inferiores às cinco primeiras letras, a exceção da letra &#8220;w&#8221;, que foi acrescentada posteriormente ao alfabeto francês.</p>
<p>A impressão em Braille não é utilizada somente em livros e folhetos. Ultimamente ela vem sendo utilizada em cds, dvds e blue ray como uma nova forma de leitura. São fabricados com impressões em braile no rótulo da mídia para que haja facilidade na identificação do conteúdo.<code></code></p>
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		<title>Como agir corretamente com um deficiente visual</title>
		<link>https://www.idav.org.br/artigos/teste-de-tamanho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Delalibera Software]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2016 14:29:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Instituto Benjamin Constant, a mais antiga instituição de educação para cegos do País e que mantém um curso de especialização em Oftalmologia credenciado pelo CBO, publicou material importante que visa diminuir a insegurança...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Benjamin Constant, a mais antiga instituição de educação para cegos do País e que mantém um curso de especialização em Oftalmologia credenciado pelo CBO, publicou material importante que visa diminuir a insegurança das pessoas que mantém contato com portadores de deficiência visual, seja de forma ocasional ou regular.</p>
<p>A lista que segue abaixo, com o título? Cuidados no relacionamento com pessoas cegas?, é uma espécie de código de etiqueta no qual a relação com as pessoas portadoras de deficiência visual, recebe uma orientação básica, desenhada pelo negativo, dizendo o que não se deve fazer no contato com o deficiente visual. Define-se, em linhas gerais, um modo de tratamento adequado às interações das quais ele participa.</p>
<p><strong>Cuidados no relacionamento com pessoas cegas</strong></p>
<p><strong>01 &#8211;</strong> Não trate as pessoas cegas como seres diferentes somente porque não podem ver. Saiba que elas estão sempre interessadas no que você gosta de ver, de ler, de ouvir e falar.</p>
<p><strong>02 &#8211;</strong> Não generalize aspectos positivos ou negativos de uma pessoa cega que você conheça, estendendo-os a outros cegos. Não se esqueça de que a natureza dotou a todos os seres de diferenças individuais mais ou menos acentuadas e de que os preconceitos se originam na generalização de qualidades, positivas ou negativas, consideradas particularmente.</p>
<p><strong>03 &#8211;</strong> Procure não limitar a pessoa cega mais do que a própria cegueira o faz, impedindo-a de realizar o que sabe, pode e deve fazer sozinha.</p>
<p><strong>04 &#8211;</strong> Não se dirija a uma pessoa cega chamando-a de “cego” ou “ceguinho”; é falta elementar de educação, podendo mesmo constituir ofensa, chamar alguém pela palavra designativa de sua deficiência sensorial, física, moral ou intelectual.</p>
<p><strong>05 &#8211;</strong> Não fale com a pessoa cega como se fosse surda; o fato de não ver não significa que não ouça bem.</p>
<p><strong>06 &#8211;</strong> Não se refira à cegueira como desgraça. Ela pode ser assim encarada logo após a perda da visão, mas, a orientação adequada consegue reduzi-la a deficiência superável, como acontece em muitos casos.</p>
<p><strong>07 &#8211;</strong> Não diga que tem pena de pessoa cega, nem lhe mostre exagerada solidariedade. O que ela quer é ser tratada com igualdade.</p>
<p><strong>08 &#8211;</strong> Não exclame “maravilhoso”, “extraordinário”, ao ver a pessoa cega consultar o relógio, discar o telefone ou assinar o nome.</p>
<p><strong>09 &#8211;</strong> Não fale de “sexto sentido” nem de “compensação da natureza” – isso perpetua conceitos errôneos. O que há na pessoa cega é simples desenvolvimento de recursos mentais latentes em todas as criaturas.</p>
<p><strong>10 &#8211;</strong> Não modifique a linguagem para evitar a palavra ver e substituí-la por ouvir. Conversando sobre a cegueira com quem não vê, use a palavra cego sem rodeios.</p>
<p><strong>11 &#8211;</strong> Não deixe de oferecer auxílio à pessoa cega que esteja querendo atravessar a rua ou tomar condução. Ainda que seu oferecimento seja recusado ou mesmo mal recebido por algumas delas, esteja certo de que a maioria lhe agradecerá o gesto.</p>
<p><strong>12 &#8211;</strong> Não suponha que a pessoa cega possa localizar a porta onde deseja entrar ou o lugar aonde queira ir, contando os passos.</p>
<p><strong>13 &#8211;</strong> Não tenha constrangimento em receber ajuda ou aceitar gentilezas por parte de alguma pessoa cega. Tenha sempre em mente que a solidariedade humana deve ser praticada por todos e que ninguém é tão incapaz que não tenha algo para dar.</p>
<p><strong>14 &#8211;</strong> Não se dirija à pessoa cega através de seu guia ou companheiro, admitindo assim que ela não tenha condição de compreendê-lo e de expressar-se.</p>
<p><strong>15 &#8211;</strong> Não guie a pessoa cega empurrando-a ou puxando-a pelo braço. Basta deixá-la segurar seu braço, que o movimento de seu corpo lhe dará a orientação de que precisa. Nas passagens estreitas, tome a frente e deixe-a segui-lo, mesmo com a mão em seu ombro.</p>
<p><strong>16 &#8211;</strong> Quando passear com a pessoa cega que já estiver acompanhada, não a pegue pelo outro braço, nem lhe fique dando avisos. Deixe-a ser orientada só por quem a estiver guiando.</p>
<p><strong>17 &#8211;</strong> Não carregue a pessoa cega ao ajudá-la a atravessar a rua, tomar condução, subir ou descer escadas. Basta guiá-la, pôr lhe a mão no corrimão.</p>
<p><strong>18 &#8211;</strong> Não pegue a pessoa cega pelos braços rodando com ela para pô-la na posição de sentar-se, empurrando-a depois para a cadeira. Basta pôr lhe a mão no espaldar ou no braço da cadeira, que isso lhe indicará sua posição.</p>
<p><strong>19 &#8211;</strong> Não guie a pessoa cega em diagonal ao atravessar em cruzamento. Isso pode fazê-la perder a orientação.</p>
<p><strong>20 &#8211;</strong> Não diga apenas “à direita”, “à esquerda”, ao procurar orientar uma pessoa cega à distância. Muitos se enganam ao tomarem como referência a própria posição e não a da pessoa cega que caminha em sentido contrário ao seu.</p>
<p><strong>21 &#8211;</strong> Não deixe portas e janelas entreabertas onde haja alguma pessoa cega. Conserve-as sempre fechadas ou bem encostadas à parede, quando abertas. A portas e janelas meio abertas constituem obstáculos muito perigosos para ela.</p>
<p><strong>22 &#8211;</strong> Não deixe objetos no caminho por onde uma pessoa cega costuma passar.</p>
<p><strong>23 &#8211;</strong> Não bata a porta do automóvel onde haja uma pessoa cega sem ter a certeza de que não lhe vai prender os dedos.</p>
<p><strong>24 &#8211;</strong> Não deixe de se anunciar ao entrar no recinto onde haja pessoas cegas, isso auxilia a sua identificação.</p>
<p><strong>25 &#8211;</strong> Não saia de repente quando estiver conversando com uma pessoa cega, principalmente se houver algo que a impeça de perceber seu afastamento. Ela pode dirigir-lhe a palavra e ver-se na situação desagradável de falar sozinha.</p>
<p><strong>26 &#8211;</strong> Não deixe de apertar a mão de uma pessoa cega ao encontrá-la ou ao despedir-se dela. O aperto de mão substitui para ela o sorriso amável.</p>
<p><strong>27 &#8211;</strong> Não perca seu tempo nem o da pessoa cega perguntando-lhe: “Sabe quem sou eu?”… “Veja se adivinha quem sou?”. Identifique-se ao chegar.</p>
<p><strong>28 &#8211;</strong> Não deixe de apresentar o seu visitante cego a todas as pessoas presentes, assim procedendo, você facilitará a integração dele ao grupo.</p>
<p><strong>29 &#8211;</strong> Ao conduzir uma pessoa cega a um ambiente que lhe é desconhecido, oriente-a de modo que possa locomover-se sozinha.</p>
<p><strong>30 &#8211;</strong> Não se constranja em alertar a pessoa cega quanto a qualquer incorreção no seu vestuário.</p>
<p><strong>31 &#8211;</strong> Informe a pessoa cega com relação à posição dos alimentos colocados em seu prato.</p>
<p><strong>32 &#8211;</strong> Não encha a xícara ou o copo da pessoa cega até a beirada. Neste caso ela terá dificuldades em mantê-los equilibrados.</p>
<p><strong>33 &#8211;</strong> O pedestre cego é muito mais observador que os outros. Ele desenvolve meios e modos de saber onde está e para onde vai, sem precisar estar contando os passos. Antes de sair de casa, ele faz o que toda gente deveria fazer: procura informar-se bem sobre o caminho a seguir para chegar ao seu destino. Na primeira caminhada poderá errar um pouco, mas depois raramente se enganará. Saliências, depressões, ruídos e odores característicos, ele observa para sua maior orientação.</p>
<p>Robert Atkinson (Diretor do Braille Institute of America, California) – Adaptação feita pela equipe técnica da Divisão de Documentação e Informação do Departamento Técnico-Especializado e da Divisão de Reabilitação do Departamento de Atendimento Médico, Nutricional e de Reabilitação do Instituto Benjamin Constant, contanto com a participação da Associação Brasileira de Educadores de Deficientes Visuais.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cbo.com.br/novo/publico_geral/noticias/102/" target="_blank" rel="noopener">CBO Conselho Brasileiro de Oftalmologia</a></p>
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		<title>Apresentação no Instituto Federal de Votuporanga</title>
		<link>https://www.idav.org.br/artigos/inflacao-no-campo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Delalibera Software]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2016 14:00:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Deficientes visuais falam sobre sua rotina e como a organização auxilia para avanço de autonomias e habilidades. O EVENTO PROMOVIDO NO ANO DE 2017 TEVE COMO OBJETIVO TROCA DE PRÁTICAS E CONTOU COM A...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Deficientes visuais falam sobre sua rotina e como a organização auxilia para avanço de autonomias e habilidades.</p>
<p>O EVENTO PROMOVIDO NO ANO DE 2017 TEVE COMO OBJETIVO TROCA DE PRÁTICAS E CONTOU COM A PARTICIPAÇÃO DE ATENDIDOS PELO INSTITUTO DO CEGO DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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